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Mr. Catra analisa racismo e defende: “negro foi vendido pelo negro e salvo pelo branco”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

Mr. Catra participa do Pânico; veja fotos

Mr. Catra esteve no Pânico na Rádio para divulgar sua mais nova música

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Mr. Catra esteve no Pânico na Rádio para divulgar sua mais nova música

Mr. Catra no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Mr. Catra no Pânico

Mr. Catra no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Mr. Catra no Pânico

Mr. Catra no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Mr. Catra no Pânico

Mr. Catra no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Mr. Catra no Pânico

Mr. Catra esteve no Pânico na Rádio para divulgar sua mais nova música
Mr. Catra no Pânico
Mr. Catra no Pânico
Mr. Catra no Pânico
Mr. Catra no Pânico

Com um funk novíssimo sendo lançado, Mr. Catra passou pelo Pânico na Rádio nesta terça-feira (7) para falar sobre a música inédita e, de quebra, ainda compartilhou alguns de seus pensamentos antes de ser declarado “rei” do programa.

Questionado sobre racismo, o funkeiro mostrou sua visão e disse acreditar que a questão já foi "nivelada pelo mundo". “Queria deixar bem claro que, na realidade, não foi o branco que escravizou o negro. Foi o negro que escravizou o negro e vendeu pro branco”, defendeu ao condenar a hipocrisia com que a história é observada.

“Negro não precisa de cota, acho que a gente é igual", afirmou. Para o funkeiro, a existência de um Dia da Consciência Negra é uma forma de racismo da sociedade: "tinha quer ter dia da consciência oriental, dia da consciência do índio, do branco, de todo mundo".

Como não podia deixar de ser, Catra falou sobre seu relacionamento com suas 3 esposas e afirmou que, entre elas, não há ciúmes e é possível ser fiel com todas. “Quando a mulher gosta de você ela quer o melhor pra você”, analisou ao contar como mantém a vida familiar. “É a coisa mais fácil. É melhor a verdade absoluta do que qualquer mentirinha”, falou.

 “Eu tenho orgulho de ter minhas mulheres e falo com orgulho que durmo com elas. Elas podem sair e dormir com quem quiserem, mas daí acabou”, decretou.

Com 30 filhos biológicos e 2 adotados, o funkeiro afirmou que não pretende fazer vasectomia e não descarta ter mais filhos no futuro. “É como uma cooperativa familiar. É uma loucura você separar sua família. As piores palavras do mundo são ‘bastardo’ e ‘amante’. É a maior covardia”, opinou.

Lançando a música “Pepeca Chora”, Catra defendeu os funks proibidões, que são geralmente condenados como exaltação de armas e drogas. “O proibidão nada mais é do que uma crônica do dia a dia. O favelado vive aquilo e canta o dia dele”, falou.


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